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terça-feira, 15 de setembro de 2009

As águas


Ele as limpavam em vão.
Elas rolavam, voavam dentro daquele espaço vazio e dançavam sem coordenação.

Ele as secavam em vão.
Elas derrubavam qualquer barreira, venciam qualquer força e ele começava a achar, que era necessário chover.

Ele as esqueciam em vão.
Elas ainda o seguiam, sem pressa, sem correr demais, sem tempo para esperar.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Pónagua


Gelado e morno, em qualquer circunstância seja bem vindo, ao abrir os olhos, um, no decorrer das horas, varios. Meio, inteiro, tanto faz, desde que venha o cheiro e a amenização, sem contar a esquisitisse mental individual, compreensível pelo proprietário da viagem instantânea e passageira sem deixar rastros, a não ser nos dentes amarelos.

O recipiente e a garrafa diz a quantidade, nem quero saber.

Mais um morno por favor.
Só gelado ?
Tanto faz...